Conto Erótico

16-04-2011 15:24

 

 

 

Carminha era linda. Magrinha, seios pequenos, lábios rosados, quadris arredondados. Nem parecia que era uma mulher, parecia mais uma menina, ou melhor, dizendo uma ninfetinha. Isso não a tornava isenta de ataques, desejos ou coisa do gênero, por que caro leitores os homens adoram mulher com cara de menininha. E eu a admirava sempre que podia. Todos os dias ela vinha e se sentava bem pertinho de mim. Desculpa nem me apresentei me chamo Carlos e sou cobrador de ônibus que faz linha popular ipase. Quando não havia poltrona onde se sentar, ficava ali perto da roleta, apoiando-se na barra de alumínio que segurava a minha gaveta. Disfarçadamente observava seus lindos seios entre uma conversa e outra. E assim minhas viagens ficavam melhor reformulando meu dia ficava melhor. Até que tive a ideia de comprar um óculos escuro melhor ideia que eu já tive, daí ficava analisando traquilamente aquele bumbunzinho lindo. E a vida ia passando todos os dias eram completamente iguais. Sem querer ouvir uma conversa dela no celular com uma colega que ia ao cinema assistir um filme em um determinado cinema em determinado horário. Pensei comigo: é minha chance! Assim, no dia lá estava eu a espreitar os espectadores tentando não chamar atenção. E logo, não demorou, veio ela passando. Fiz de conta que tropecei com ela. Desculpei-me e novamente fiz-me surpreso. Cumprimentei e perguntei o que fazia por ali. Disse-me que ia ver filme “tal”. “coincidentemente” eu ia ver o mesmo. Entramos juntos na sala e sentamos juntos. Reparei, apesar do repentino momento, nas suas vestimentas. Blusinha folgada, sem sutiã, saia midi, também levemente folgada, justa apenas na cintura. Procurei a marca da calcinha no momento em que ela ia a minha frente, mas não encontrei e fiquei louco. Fiquei pensando varias sacanagens depois percebi que ela tava sem sutiã também, daí comecei a bolar uma estratégia traçar uma estratégia, se é que isto seria possível, para a saída. Isso. Escolhemos os assentos (ela conduziu a ambos para um cantinho que nem dava direito pra ver o filme e isso não passou despercebido). Senti que o dia era aquele. Mas, como com todas as mulheres, eu sabia que não podia utilizar de um ataque direto. Tinha que ser fantasioso, romântico, sistemático. Antes de me sentar, removi a divisão entre as cadeiras. Aquele braço móvel que fica entre os assentos. De modos que nada havia entre nós. Descaradamente passei o braço sobre seus ombros, aguardando uma reação, que não veio, diminuindo ainda mais o espaço. O ambiente foi esmaecendo e logo reinou a escuridão de todo cinema. Independente do filme que seguia, nosso bate papo tinha fluência e seqüência. Isso me encorajou a mudar o rumo da conversa. Esperei surgir uma garota nas cenas do filme e quando surgiu fiz a devida comparação: eu ainda sou mais você! Ela não deixou por menos e correspondendo às minhas expectativas agradeceu e ainda me deu o devido espaço para prosseguir quando perguntou: sério? Percebi que era agora ou nunca. Disse: claro. Afinal, ela eu estou vendo agora e está distante, enquanto você eu já conheço e desejo a mais tempo que poderia citar. Seus olhos brilharam na escuridão do recinto. Um sorriso maroto brotou nos seus lábios e ela me abraçou ternamente, roçando seu corpinho meigo no meu. Aproveitei para aconchegá-la em meu abraço e tocar seu rosto de modo dúbio. Puxei seu queixo e tasquei um beijo leve nos seus lábios. Percebi ali a fronteira entre o ontem e o amanhã. Se ela simplesmente retornasse sem me olhar nos meus olhos, tudo estaria perdido. Não foi o que aconteceu. Ela se afastou, me olhou detidamente nos olhos, como se a perguntar se poderia confiar no sentimento que eu tentava anunciar. Sentiu-se segura, pois não reagiu até que eu me aproximei novamente, dessa vez num beijo de verdade. Perguntou-me se realmente eu possuía tal desejo e com tal intensidade assim por ela. Disse a ela que não fazia idéia da intensidade e que não conseguia mais conter o desejo que habitava dentro de mim. Só de chegar perto dela meu corpo já reagia sem que eu pudesse controlar. Um sorriso matreiro retornou àqueles lábios. Seus olhos percorreram meu corpo como que a procurar a confirmação do que eu havia lhe dito. Perguntei-lhe se duvidava e ela acenou que sim. Deixe-me te mostrar, falei. Peguei sua mãozinha, trouxe até meu peito e pus junto ao coração, que batia aceleradamente. Ela disse que isso não queria dizer muito. Eu disse que havia mais “alguém” que podia falar em meu favor, mas não tinha certeza se ela ia querer “ouvir”. Com um sorrisinho malicioso nos lábios perguntou: quem? Puxei sua mão, ainda com certo temor, devagar até colocar em cima do meu cacete, que nessas horas já quase não cabia mais dentro das calças e disse: ele! Esperei que ela tirasse sua mão dali rapidamente. Não aconteceu. Pelo contrário, procurou segurar do modo que era possível e massageou como que a tentar sentir as condições em que eu me encontrava. Para minha surpresa, ela disse: posso ver? Olhei para os lados, confirmei que estávamos isolados e afirmei que sim. Ajeitei-me, abri o fecho do cós da bermuda, abri o zíper e quando ia puxar a cueca, sua mãozinha já se encarregava desse detalhe. Afastou a cueca até ficar presa abaixo das bolas e segurou carinhosamente a verga que se apresentava. Seus olhos não me olhavam mais. Fixavam-se na ferramenta em suas mãos. Não perguntou, nem pediu permissão. Ajeitou-se na cadeira e abaixou-se em direção ao meu pau tomando-o entre os lábios. Nesse ínterim, levei minha mão em direção a sua bunda, tentando achar o relevo da sua calcinha, aquela que eu não havia identificado na entrada. Não encontrei resistência. Também não encontrei a calcinha. Na verdade ela não estava usando. Puxei a saia de ladinho e fui explorando através do reguinho. Alcancei seu cuzinho e parei ali um pouco, massageando levemente, o que a fez contorcer-se ligeiramente. Prosseguindo cheguei até sua xaninha. Senti que era lisinha. Sem um fio sequer. Parecia até que tinha sido preparada especialmente para essa ocasião. E estava super encharcada. Meus dedos escorregaram e foram se intrometendo naquela gruta suculenta. Achei seu clitóris e iniciei uma siririca devidamente ostensiva. Eu queria que ela gozasse. Não demorou. Senti seu corpo estremecer longamente e leves convulsões tomaram conta. Isso fez com que ela, como que em gratidão pelo evento, se dedicasse mais a tarefa a que havia se atirado. Senti que meu pau sumia em sua boquinha macia. Ia quase até o fundo da garganta. Enquanto sua mãozinha chacoalhava pra cima e pra baixo. Levantou os olhos um instante e mudamente me suplicou. Aqueles olhos me pedindo porra foram a gota d’água. Senti um arrepio tomar conta de mim e um suor frio brotar repentinamente. Joguei a cabeça pra trás ao mesmo tempo em que ela engolia meu pau inteiramente. Não demorou. Tentei resistir ao máximo. Jorrei minha porra em sua boca, que não se afastou. Sugou até a última gota sem permitir nenhum desperdício. Quando não havia mais nenhum vestígio a ser ocultado, virou-se para mim, me beijou demoradamente e me perguntou: terminamos aqui ou podemos continuar em outro lugar mais adequado?

 

 

 

 

 

Tópico: Conto Erótico

PUTARIA

ANTONIO 10/05/2012
GOSTOSA DE MAIS

LOOOOOOOOL

Mas...Que... 10/07/2011
Ótimo conto...Começou tão tranquilo, como se fosse um conto de amor, mesmo falando que não usava nem sutiã nem calçinha...

Depois começou a ficar legal ^^

espaço lindo

moises 11/06/2011
todo homem que é homem gosta disso

comer ela

machinho de mamãe 10/05/2011
essa gata é muito gata gososa de mas bucetuda como eu queria colocar meu pal dura nessa boqienha lida e fazer ela gemer so colocando nessa bucetona e gozar nos labios dela*_*